Iniciou sua trajetória em 1981, no Clube do Choro de Brasília, apresentando-se pela primeira vez ao lado de seu pai, José Américo, e de seu irmão, Hamilton de Holanda. Durante 21 anos foi professor de violão na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. Sua carreira construiu-se em profunda imbricação com a cena do choro brasiliense, em diálogo com as referências de grandes instrumentistas de outras localidades, firmando-se como violonista de 7 cordas, arranjador e compositor. Formou grupos, propôs articulações entre o choro e outros gêneros musicais e dedicou-se à preservação, à inovação e à difusão desse estilo.