Formação para tradutores intérpretes ouvintes e surdos I – Tradução de Músicas – fluência em LIBRAS

com Carol Fomin, Fábio Sá, Léo Castilho, Erika Motta e Anne Magalhães – 19 à 21 de julho – 10h às 12h

 

A oficina abordará a tradução de músicas para Libras,  introdução e estratégias rítmicas e uso de descrições imagéticas, teorias da tradução de música, estratégias, descrição imagética, ritmo.  A oficina trará a reflexão do corpo como texto, escolha de repertório, e abordará os processos e etapas de tradução para a construção de materiais audiovisuais.

Público-Alvo: Destinada a tradutores-intérpretes de Língua Brasileira de Sinais surdos e ouvintes.

Pré Requisitos: Fluência em Libras

Sobre Carol Fomin: Doutoranda e mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem na PUC-SP. Faz parte do Grupo de Pesquisa Linguagem, Identidade e Memória – CNPQ. Atua na formação de tradutores e intérpretes de línguas de sinais no Instituto Singularidades. É intérprete em espaços artísticos e culturais, como: MAM-SP, Instituto Itaú Cultural, MASP, Sesc.

Sobre Fábio Sá: Poeta surdo, é professor de Libras, ator e narrador. Desenvolve pesquisa poética em Libras a partir do conceito Visual Vernacular, a qual já apresentou na França, Chile, Colômbia e Brasil. Ministrou workshops de VV –  Visual Vernacular na Colômbia, Chile e Brasil (SC, MG e SP).

Sobre Léo Castilho: Leonardo Castilho é artista, educador, produtor cultural, performer e ator em teatro e TV, MC do Slam do Corpo, idealizador e responsável pelas equipes Vibração e Sencity no mam são paulo. Ex-diretor de cultura da Associação de Surdos de São Paulo – ASSP, desde 2005 trabalha no setor educativo MAM são paulo, onde atua como produtor de Acessibilidade e professor no Programa Igual Diferente. Desde 2008 é integrante do Corposinalizante, projeto que recebeu alguns prêmios, como o 1º lugar no Prêmio Darcy Ribeiro 2009 (IPHAN/MinC).

Sobre Anne Magalhães: 29 anos, de São Paulo, começou a trabalhar como intérprete de Libras aos 15. É educadora, tradutora intérprete de Libras e artista visual. Realiza tradução para Libras de música popular brasileira, hiphop, pop difundindo nas redes sociais e potência poética e expressiva da língua brasileira de sinais.

Sobre Érika Motta: Pedagoga, tradutora e intérprete de Libras. Integrante do grupo Corposinalizante, co-autora e co-curadora do Projeto LiteraSurda, no Sesc Paulista e Sesc Campo Limpo, em 2018 e 2019. Atua como intérprete de Libras na esfera cultural em diversas linguagens artísticas, nas principais instituições culturais como: MAM São Paulo, Itaú Cultural, FliP, Sesc, Mostra de Teatro Panorama Petrobras-SP, Bienal, além de participação no Rock in Rio 2017.

 

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